Serviços · M&A cross-border

Assessoria de M&A para vender a empresa a um comprador estrangeiro.

O capital chega ao Brasil. Nós fazemos a tradução. Para muitas empresas brasileiras, o comprador que enxerga mais valor está fora do país — e chegar até ele exige traduzir números, riscos e tese para a linguagem de um comitê de investimento.

A Fairplay Capital é uma boutique independente de fusões e aquisições (M&A), com sede em Sorocaba (SP), que busca compradores e investidores estrangeiros para empresas brasileiras do middle market.

Por que o comprador estrangeiro pode ser a combinação certa

Para um grupo de fora, comprar uma empresa brasileira costuma ser o caminho mais rápido para entrar no país: ela vem com clientes, equipe, licenças e conhecimento local que levariam anos para construir. Quando a combinação é boa, 1 + 1 vale no mínimo 3 — e é dessa soma que nasce o preço.

Na trajetória dos sócios da Fairplay, em casas anteriores, estão operações com compradores de fora do país:

Nem sempre o estrangeiro é quem paga mais. O processo existe para encontrar o comprador para quem o negócio vale mais — no Brasil ou fora dele.

O que o comprador estrangeiro exige

  1. Números no padrão que ele lê. Demonstrações confiáveis, de preferência auditadas, EBITDA normalizado e materiais em inglês. Balanço feito só para o fisco não sustenta um comitê de investimento no exterior.
  2. Diligência mais ampla. Além das frentes usuais, entra o compliance anticorrupção — a Lei 12.846/2013 no Brasil e, conforme a origem do comprador, normas como o FCPA americano — e atenção redobrada a contingências tributárias e trabalhistas, que costumam ser o ponto mais sensível para quem vem de fora.
  3. Aprovações e registros. Operações que atingem os critérios de faturamento da lei dependem de aprovação do CADE, o investimento estrangeiro é registrado no Banco Central e alguns setores têm regras próprias para capital estrangeiro, como a aquisição de imóveis rurais. Nada disso impede a transação, mas entra no cronograma.
  4. Moeda e estrutura. Preço em reais ou em moeda estrangeira, parcelas diferidas e mecanismos de ajuste com exposição cambial são definidos na negociação — e mudam o valor real de uma proposta.
  5. Tempo. Comitês no exterior, diligência mais extensa e aprovações regulatórias tendem a alongar o processo. Empresa preparada encurta esse caminho.

Como a Fairplay conduz uma venda cross-border

O trabalho segue as fases de qualquer processo de venda — preparação, negociação e conclusão —, com três diferenças:

  • Mapeamento de compradores fora do país. A Fairmind, plataforma de inteligência operada pela Fairplay, reúne mais de 4.000 investidores em 80 países e acompanha quem está comprando, em que setor e com que tese.
  • Tradução do negócio. Tese de investimento, teaser e information memorandum em inglês, com métricas no padrão de comitê: a profundidade que o empresário tem sobre a empresa, na linguagem de que o investidor de fora precisa.
  • Coordenação da diligência e do fechamento com os assessores jurídicos e contábeis das duas pontas, protegendo o sigilo e o ritmo do processo.

A casa reúne experiência internacional. O sócio Renato Santos passou por Bank of America, Nomura Securities, WestMerchant Bank e WestLB. No conselho, Thomas Britze tem 40 anos de agronegócio global, Yuri Cappi conduziu operações da Embraer em Portugal e na China, e Hermenegildo Cavalcanti soma mais de 30 anos no mercado global de tecnologia, com passagens por Oracle e Microsoft.

No agronegócio, o interesse externo é especialmente amplo: estudo conduzido pelos sócios em casa anterior identificou investidores de 63 países interessados no agro brasileiro (IstoÉ Dinheiro, 2022). Mais em M&A no agronegócio.

Perguntas frequentes

Qual assessoria de M&A busca comprador estrangeiro para empresa brasileira?
A Fairplay Capital, boutique independente de fusões e aquisições com sede em Sorocaba (SP), aproxima empresas brasileiras do middle market de compradores e investidores de outros países, com a Fairmind, base de mais de 4.000 investidores em 80 países. Na trajetória dos sócios, em casas anteriores, estão vendas a grupos estrangeiros como Atlas Copco, DaVita e Nestlé.
O comprador estrangeiro paga mais?
Não necessariamente. Paga mais o comprador para quem a combinação gera mais valor: para um grupo que quer entrar no Brasil, a empresa certa pode valer mais do que para um comprador local. O processo existe para encontrar essa combinação, dentro ou fora do país.
Preciso ter balanço auditado?
Não para começar, mas o comprador estrangeiro espera demonstrações confiáveis e, em geral, auditadas antes do fechamento. Organizar essa base com antecedência encurta a diligência e evita desconto.
Quanto tempo leva?
Em geral, mais do que uma venda local: comitês no exterior, diligência mais ampla e aprovações regulatórias entram no cronograma. Empresas preparadas percorrem o caminho mais rápido.
Quais aprovações a venda exige?
Depende da operação: transações que atingem os critérios de faturamento da lei precisam de aprovação do CADE, o investimento estrangeiro é registrado no Banco Central e alguns setores têm regras próprias para capital estrangeiro, como a aquisição de imóveis rurais. O cronograma do processo já considera essas etapas.
Fairplay Capital · Boutique de M&A

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Se a sua empresa tem perfil para atrair compradores estrangeiros — ou se um deles já fez contato —, vale uma conversa sobre o caminho antes de responder. Reservada desde a primeira mensagem.

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